Louvor e homenagem aos médicos marcam sessão de abertura do 23º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos

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Na sessão de abertura do 23.º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos destacam-se algumas palavras do discurso do bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães.

“Habituamo-nos a dizer que, na vida, nada é garantido, exceto a morte. A frase, corriqueira para todos nós, portugueses, ganhou uma nova dimensão ao longo do último ano, quando a saúde mostrou por todo o mundo, por todos os países, e por todos os setores de atividade, a sua enorme transversalidade”. Foi assim que Miguel Guimarães iniciou o seu discurso.

O bastonário manifestou gratidão por poder estar novamente, de forma física, junto dos médicos, e propôs um minuto de silêncio de “homenagem aos médicos e a todos os que perderam a vida durante a pandemia”. O momento solene foi seguido de um momento de louvor “aos médicos que deram um exemplo notável a nível nacional e internacional, por continuarem a garantir os cuidados de saúde quando todas as linhas vermelhas foram ultrapassadas”.

Centrando o discurso nos seus colegas, Miguel Guimarães – que é também o presidente do congresso – realçou a coragem, o sentido de missão e a responsabilidade que provou, mais uma vez, que para um médico “nada vale mais do que uma vida”. “A Ordem representa os melhores médicos do mundo”, exaltou, sublinhando que a instituição apontou caminhos, fez sugestões, recomendações e ações “mesmo quando não nos quiseram ouvir”.

“Através do nosso saber, das dezenas de recomendações e pareceres que sempre emitimos, em particular na pandemia, dos nossos Colégios que orientam o que se faz no terreno, sabemos que somos parte essencial da solução. Não há hoje praticamente ninguém que não reconheça o papel visionário do Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos para a COVID-19. É por isso que tenho a gratidão e a maior confiança de que a ciência e a medicina saem mais fortes desta pandemia, e com isso todos nós, portugueses, saímos reforçados. Vamos continuar a ser líderes de um destino em que a saúde, a vida e a dignidade humana serão cimeiras”, concluiu.